
← Papo Preto26 nov 2025 · 23 min
Infarto Invisível: quando o racismo médico mata
<p>Uma em cada nove mulheres não resiste a um infarto. O risco é ainda maior para mulheres negras, cujos sintomas são frequentemente invisibilizados por estereótipos racistas dentro dos consultórios. Neste episódio, denunciamos como o mito da "mulher forte" está custando vidas e por que a dor no peito não é o único sinal de alerta.</p><p><br></p><p><strong>Quem participa:</strong></p><ul><li><p><strong>Janaina Magalhães:</strong> 42 anos, atua na área de atendimento hospitalar e é sobrevivente de infarto.</p></li><li><p><strong>Cristina Maria Campos:</strong> 61 anos, professora alfabetizadora aposentada (28 anos de atuação na Prefeitura de Campinas) e sobrevivente de insuficiência cardíaca.</p></li><li><p><strong>Dayse Fortes:</strong> 52 anos, cabeleireira visagista e sobrevivente de miocardite.</p></li><li><p><strong>Dra. Glaucia Moraes:</strong> Professora titular de Cardiologia da UFRJ e presidente do Departamento de Cardiologia da Mulher da SBC.</p></li><li><p><strong>Dra. Raíssa Okoro:</strong> Médica residente em Medicina de Família e Comunidade.</p></li><li><p><strong>Carol Moreno:</strong> Apresentadora e narradora.</p><p><br></p></li></ul><p>Este é o episódio exclusivo em áudio que integra a cobertura multimídia da Alma Preta Jornalismo sobre a Marcha das Mulheres Negras de 2025. Ecoando o tema "Reparação e Bem Viver", este especial traz debates fundamentais que continuam urgentes para a garantia da vida e do futuro das mulheres negras.</p><p><br></p><p><br></p>