Conversas Sinceras

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#8: COMO SER LEMBRADO DEPOIS DA MORTE? | Pra quando eu morrer

#8: COMO SER LEMBRADO DEPOIS DA MORTE? | Pra quando eu morrer30 Jun42 min

<p>Este é o link para você participar com a gente dessa jornada: <a href="https://materiais.infinito.etc.br/para-quando-eu-morrer-segunda-fase" target="_blank" rel="ugc noopener noreferrer">https://materiais.infinito.etc.br/para-quando-eu-morrer-segunda-fase</a></p><p>.</p><p>.</p><p>Este é o 8º e último episódio desta temporada. A gente vai falar sobre como a gente quer ser lembrado depois da morte. Seja por atitudes que ficaram amplamente conhecidas ou por gestos mais singelos, o legado tem a ver com impacto. O impacto que você deixa na sua família, no seu bairro, no seu trabalho ou em uma causa em que você acredita. No fim da sua vida, quando você olhar pra trás… vai ver que o mundo ficou um pouquinho melhor ou um pouquinho pior com a sua passagem por aqui?</p><p>.</p><p>.</p><p>Se você é paciente ou familiar, a Casa Lavanda é pra você: um espaço virtual de acolhimento, informação e conexão pra quem vive os impactos de uma doença grave. É de graça, é só chegar:</p><p> </p><p><a href="https://casa-lavanda.circle.so/home" target="_blank" rel="ugc noopener noreferrer">https://casa-lavanda.circle.so/home</a> </p><p>.</p><p>.</p><p>.</p><p><strong>Pra quando eu morrer</strong> é uma temporada do podcast Conversas Sinceras - e também o início de um movimento. Pra que eu me organize e para que você se organize.</p><p>Eu sou Tom Almeida, fundador do Movimento inFINITO, que promove conversas sinceras sobre viver e morrer. Nos oito capítulos dessa temporada eu vou tomar decisões “Pra quando eu morrer” e te convido a tomar as suas decisões também.</p><p>Eu lido com a temática da morte há muitos anos. Mas se eu morresse hoje seria um vexame: não tomei praticamente nenhuma providência concreta pra minha partida.</p><p>Às vezes a morte surge de repente; às vezes, em um processo anunciado como em um longo adoecimento, por exemplo. Ela pode até pegar a gente de surpresa, mas - spoiler - não pode ser evitada. Afinal, dizem por aí “a morte é a única certeza que temos”, né?</p><p>A real é que não importa a sua idade: a morte e o luto mexem ou ainda vão mexer profundamente com você. Não é um processo fácil - e normalmente é muito mais desafiador porque a gente não se prepara minimamente pra lidar com isso.</p><p>E eu decidi me resolver de uma vez por todas.</p><p>Porque no dia em que eu morrer - que seja daqui muitos e muitos anos -, eu quero que a minha família tenha o menor número possível de preocupações. Eu quero livrar quem eu amo da parte burocrática, já vai ter sofrimento demais. Deixar tudo preparado é um ato de amor.</p><p>Organizar tudo isso sozinho é difícil, e também pode ser bem chato, então, pra facilitar, eu e você vamos fazer isso juntos. O meu convite é para que você entre no nosso grupo de WhatsApp.</p><p>Ali a gente vai trocar figurinhas, compartilhar experiências e traçar estratégias para deixar tudo certinho - se a morte vier em breve ou só daqui a 30, 40 ou 50 anos. Você vai sair desse processo sabendo o que é IDEAL e o que é o MÍNIMO pra que tudo fique mais ou menos organizado.</p><p>Este é o link para você participar com a gente dessa jornada: <a href="https://materiais.infinito.etc.br/para-quando-eu-morrer-segunda-fase" target="_blank" rel="ugc noopener noreferrer">https://materiais.infinito.etc.br/para-quando-eu-morrer-segunda-fase</a></p><p>Abraços,</p><p>Tom</p><p><strong>.</strong></p><p><strong>.</strong></p><p><strong>FICHA TÉCNICA</strong></p><p>Idealização e apresentação: Tom Almeida</p><p>Estruturação de projeto: Flávio Vieira </p><p>Roteiro: Tom Almeida e Juliana Dantas, que também fez a direção, a produção e a captação de áudio</p><p>Criação de conceito visual: Marcela Street</p><p>Direção de arte e distribuição: Maju Almeida</p><p>Ensaio fotográfico: Bruna Albino</p><p>Produção: Gabriela Ferigato</p><p>Supervisão de roteiro, edição e finalização: Rodrigo Alves</p><p>Trilha sonora: Maestro Billy e Blue Dot Sessions</p><p>Agradecimentos: Joaquim Fiamoncini, Thiago Cunha e Larissa Barros</p><p>Patrocínio: Memo