
← Sem Precedentes6 dagen geleden · 37 min
O STF passará por reformas. Vai melhorar ou piorar?
O Supremo vai passar por reformas. Ganhe Lula ou Flávio Bolsonaro, o STF de 2027 será diferente do que conhecemos hoje, e as mudanças virão pelo Congresso, com apoio do Executivo. Este episódio abre uma série do Sem Precedentes sobre as reformas possíveis no tribunal, para separar o que é melhoria, o que é vingança e o que é piora.
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Juliana Cesário Alvim e Diego Werneck Arguelhes, com a apresentação de Felipe Recondo, discutem por que a reforma parece inevitável e por que isso não garante um tribunal melhor.
O discurso da democratização já serviu para interferir em cortes na Turquia e no México. O próximo presidente poderá ter quatro ou cinco vagas para preencher, com um Senado alinhado e um tribunal com pouco espaço para resistir. Quem desenha as regras do cargo é quem escolhe quem vai ocupá-lo: a idade mínima, por exemplo, define de antemão quem pode ser indicado. O Senado será filtro ou carimbo? E por que as indicações de Lula e Dilma não produziram o alinhamento que agora se teme?
No fim, cada um aponta o que considera essencial: limitar as decisões monocráticas, regular o que ex-ministros e parentes podem fazer na advocacia, dar transparência ao acesso aos gabinetes e reabrir debates esquecidos, como a forma de votação e a transmissão das sessões pela TV Justiça.
Capítulos
00:00 O Supremo vai mudar, ganhe quem ganhar
01:44 Reforma não é sinônimo de melhoria: os exemplos de Turquia e México
04:48 Quatro ou cinco vagas e um Senado alinhado: o risco de captura
10:00 Reformar e nomear ao mesmo tempo: um tribunal sem força para resistir
11:36 Por que seria diferente das indicações de Lula e Dilma?
15:11 Indicações como recado: a nomeação como resposta à crise